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Alguns favoritos de 2015

Belos filmes vistos e revistos ao longo de 2015 realizados até 2012.

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Carmen (Cecil B De Mille, 1915)

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The River (Frank Borzage, 1929)

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Man to Man (Allan Dwan, 1930)

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The Champ (King Vidor, 1931)

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Platinum Blonde (Frank Capra, 1931)

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Meus Favoritos de 2014

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Nightwalk, de Scott Barley

Como sempre o critério da lista são filmes vistos pela primeira vez por mim este ano realizado nos últimos três anos.
Primeiro um destaque especial para três curtas essenciais: Gradiva (Leos Carax), Nightwalk (Scott Barley) e A Propos de Venice (Jean-Marie Straub)
Menções honrosas: (100-76): 22 Jump Street (Phil Lord, Chris Miller), Aberdeen (Pang Ho-Cheung), All the Light in the Sky (Joe Swanberg), Annie (Will Gluck), Bad Grandpa (Jeff Tremaine), Branco Sai, Preto Fica (Adirley Queirós), Canções do Norte (Soon-Mi Yoo), Com os Punhos Cerrados (Pedro Diogénes, Luiz & Ricardo Pretti), O Congresso Futurista (Ari Folman), Dom Hemingway (Richard Shepard), A Família de Elizabeth Teixeira (Eduardo Coutinho). Go For Sisters (John Sayles), I Used to Be Darker (Matthew Potterfield), L for Leisure (Lev Kalman, Whitney Horn), O Lobo de Wall Street (Martin Scorsese), O Menino e o Mundo (Alê Abreu),Nebraska (Alexander Payne), Need For Speed (Scott Waugh), Non-Fiction Diary (Jung Yoon-suk), Obvious Child (Gillian Robespierre), Permanência (Leonardo Lacca), R100 (Hitoshi Matsumoto), Les Rencontres D’Apres Minuit (Yann Gonzalez), Vidas ao Vento (Hayao Miyazaki), The White Storm (Benny Chan). Continuar lendo

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Os filmes que seguem inéditos aqui

Kommunisten, de Jean-Marie Straub

Kommunisten, de Jean-Marie Straub

Assim como fiz ano passado, alguns títulos que seguem sem exibição por aqui após o período de festivais. Entre o Olhar de Cinema, Fronteira e o Indie o cenário melhorou bastante por aqui com muitos títulos relevantes como o Hard to be a Good do German ou o Seventh Code do Kurosawa encontrando seu espaço apesar da nossa mídia e cinefilia ainda ser muito presa a dicotomia Festival do Rio/Mostra SP (vale acrescentar ai neste cenário alguns outros eventos como Panorama em Salvador e a Janela do Recife).

Aberdeen (Pang Ho-Cheung)
Actress (Robert Greene)
The Airstrip (Heinz Emigholz)
All the Light in the Sky (Joe Swanberg)
Amour Fou (Jessica Hausner)
Belluscone, una Storia Siciliana (Franco Maresco)
La Chambre Bleue (Mattieu Amalric)
Cymbeline (Michael Almereyda)
Da Sweet Blood of Jesus (Spike Lee)
Daughters (Maria Speth)
Don’t Go Breaking My Heart 2 (Johnnie To)
Faux Accords (Paul Vechialli)
Favula (Raul Perrone)
The Golden Era (Ann Hui)
Le Grand Homme (Sarah Leonor)
Hill of Freedom (Hong Song-soo)
Hold Your Breath Like a Lover (Kohei Igarashi)
Kommunisten (Jean-Marie Straub)
The Look of Silence (Josua Oppenheimer)
A Mãe e o Mar (Gonçalo Tocha)
The Men Who Save the World (Liew Seng Tat)
Mange Tes Morts (Jean-Charles Hue)
The Midnight After (Fruit Chan)
Natural History (James Benning)
O Novo Testamento de Jesus Cristo Segundo João (Joaquim Pinto e Nuno Leonel)
Pas Son Genre (Lucas Belvaux)
Pasolini (Abel Ferrara)
Phantom Power (Pierre Leon)
Phoenix (Christian Petzold)
Revivre (Im Kwon Taek)
She’s Funny That Way (Peter Bogdanovich)
Sosialismi (Peter Von Bagh)
Superegos (Benjamin Heisenberg)
The Tale of Princess Kaguya (Isao Takahata)
La Vie Sauvage (Cedric Kahn)

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Meus 50 filmes favoritos de 2013

Como sempre o critério da lista é de filmes vistos pela primeira vez este ano que foram lançados originalmente no máximo em 2011.

Menções honrosas: Antes da Meia Noite (Richard Linklater), Bullet to the Head (Walter Hill), Cortinas Fechadas (Jafar Panahi), Deixe a Luz Acesa (Ira Sachs), Depois da Terra (M. Night Shyamalan), Double Play (Gabe Klinger), Easy Rider (James Benning), A Era Atômica (Helena Klotz), A Gente (Aly Muritiba), Gerhard Richter – Painting (Corinna Belz), Lincoln (Steven Spielberg), Mataram Meu Irmão (Cristiano Burlan), Meia Sombra (Nicolas Wackenbarth), Mouton (Gilles Deroo, Marianne Pistone), Mud (Jeff Nichols), Noite em Claro (Kun-jae Jang), O Mestre (Paul Thomas Anderson), Perret na França e Algeria (Heinz Emigholz), Real (Kiyoshi Kurosawa), Riocorrente (Paulo Sacramento), Rua Aperana 52 (Julio Bressane), Sacro GRA (Gianfranco Rosi), Shield of Straw (Takeshi Miike), Tudo Sobre Você (Alina Marazzi), White House Down (Roland Emmerich).

Uma última nota: caso o corte chinês de O Grande Mestre fosse à única versão existente do filme, ele provavelmente estaria na lista, mas o corte internacional tem tantos problemas e me passa a impressão que Wong subestima de tal modo à capacidade dos seus fãs ocidentais de lidar com um painel histórico chinês que eu me sinto por demais ambivalente para com o projeto como um todo para recomenda-lo aqui.

49) Avanti Popolo (Michael Warhman) e A Cidade é uma Só? (Adirley Queiroz)
13501349Dois belos filmes que lidam cada um a sua maneira com a questão de como encontrar uma representação viável para a herança do governo militar hoje. São dois filmes bastante inventivos que quebram com a passividade com o qual o cinema brasileiro costuma abordar o assunto e procuram novas formas de agir sobre ele. Avanti Popolo tem uma permanência de memória muito particular (apesar de eu ter uma dúvida se o efeito dela ser reforçado por eu conhecer ambos os atores centrais).A sequência próxima ao fim de A Cidade é uma Só? na qual o protagonista cruza a pé com a carreata da Dilma segue a mais memorável sequencia política do cinema brasileiro recente.

48) Unbeatable (Dante Lam)
1348Provavelmente o filme mais convencional da lista, qualquer descrição do filme de MMA de Dante Lam não fara com que ele soe diferente de dezenas de outros filmes de luta, mas é um exemplar dos mais bem-acabados do domínio de Lam do seu desejo de reduzir o filme de ação a melodrama masculino com uma nudez emocional que este tipo de material raramente alcança e Nick Cheung tem uma das melhores atuações do ano.

47) Lesson of the Evil (Takeshi Miike)
1347Um dos filmes mais controlados de Miike e como frequentemente acontece no seu cinema, quando ele corta os excessos é para reforçar a sua crueldade. Um dos grandes filmes de horror recentes e se torna ainda melhor na segunda metade quando vira um slasher sobre um professor psicopata fuzilando uma série interminável de alunos. Um amigo descreveu como Elefante repensado pelo Eli Roth, mas isto exclui tanto o cuidado com o qual Miike filma o massacre como a forma com ele pensa cada elemento de cena (a propensão do gênero em retirar prazer na morte de adolescentes irritantes raramente postas para tom bom uso, por exemplo).

46) Django Livre (Quentin Tarantino)
1346Não tenho muito a acrescentar ao texto que escrevi na Cinética no começo do ano. Segue um filme dos mais complicados, e fascinante muito por conto disso. É mais desequilibrado do que a maioria dos filmes do Tarantino, mas nos seus acertos e erros termina mais distante do academicismo pop que por vezes ele flerta com.
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Alguns pontos altos do meu ano cinéfilo

Alguns favoritos vistos este ano:

apa01A Modern Musketeer (Allan Dwan, 1917)

apa02Manhandled (Allan Dwan, 1925)

apa03Lucky Star (Frank Borzage, 1929)

apa04Hell’s Heroes (William Wyler, 1930)

apa05Blessed Event (Roy Del Ruth, 1932) Continuar lendo

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Os filmes que não vieram

Tirez la Langue, Mademoiselle, de Axelle Ropert

Tirez la Langue, Mademoiselle, de Axelle Ropert

Desde que a Mostra instituiu a exclusividade em 2011, ouço muitas reclamações de que a programação daqui piorou por conta dos filmes que só foram ao Rio, e quando isto acontece sempre gosto de apontar que os nossos festivais (e incluo ai o Indie que a cada ano compete mais na seleção de filmes relevantes) não conseguem dar conta da produção do ano e é um erro assumir que só por passar duas semanas no Rio e outras duas em São Paulo se pode sair com um painel completo da produção recente. Então no espírito dos artigos que o Eduardo Valente costuma escrever na Contracampo listo aqui trinta filmes novos e duas restaurações que começaram a circular desde Novembro do ano passado e seguem inéditos nos cinemas brasileiros. Como critério os filmes tem menos de um ano, mais de 30 minutos (o que excluiu muita coisa de experimental) e não estarem programados para chegar aos nossos cinemas em breve.

Une Autre Vie… (Emmanuel Mouret)
Bnsf (James Benning)
Consequence (Thomas Heise)
Un Conte de Michel de Montaigne (Jean-Marie Straub)
Costa de Morte (Lois Patino)
Drug War (Johnnie To)
A Field in England (Ben Wheatley)
How to Disappear Completely (Raya Martin)
Ip Man the Final Fight (Herman Yau)
La Jalousie (Philippe Garrel)
Marfa Girl (Larry Clark)
Journey to West (Stephen Chow)
Los Angeles Red Squad (Travis Wilkerson)
Out-Takes from the Life of a Happy Man (Jonas Mekas)
P3ND3J05 (Raul Perrone)
Pays Barbare (Yervant Ginikian, Angela Ricci-Luchi)
Se Eu Fosse Ladrão… Roubava (Paulo Rocha)
A Spell to Ward off the Darkness (Ben Russel, Ben Rivers)
Stemple Pass (James Benning)
R100 (Hitoshi Matsumoto)
Three Landscapes (Peter Hutton)
Three Intrepetation Exercises (Cristi Puiu)
Tirez la langue, mademoiselle (Axelle Ropert)
Tonerre (Guillaume Brac)
Tricked (Paul Verhoeven)
Tutto Parla de Ti (Alina Marazzi)
La Ultima Pelicula (Raya Martin, Mark Peranson)
The Unity of All Things (Alexander Carver, Daniel Schimdt)
Young Detective Dee (Tsui Hark)
Yumen (JP Sniadecki)
+
San Diego Surf (Andy Warhol, Paul Morrissey)
Sorcerer (William Friedkin)

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100 Filmes de Hong Kong

Comrades, Almost a Love Story, de Peter Chan

Comrades, Almost a Love Story, de Peter Chan

Prometi esta lista ano passado quando o pessoal do LoveHKFilm fez a deles, demorou mas finalmente consegui chegar numa relação de cem filmes (e especialmente escrever sobre todos eles). Como gosto sempre de lembrar nestes casos esta é uma lista de favoritos e não de melhores, sem nenhuma pretensão a autoridade e colocando a satisfação pessoal acima de importância histórica. O recorte é inevitável dos filmes que eu vi, o que explica o baixo número de filmes anteriores a 1970 no qual tem muitas pendencias. Devo dizer que a lista é menos plural do que outras do gênero que eu fiz já que um dos contrapontos de se ter uma industria muito tolerante com diversidade é que não se tem espaços mais genuinamente alternativos (logo nada de documentário ou filmes não-narrativos). Uma última questão importante é de que nem sempre é fácil determinar a nacionalidade dos filmes das três Chinas e eu tentei me concentrar em filmes rodados em ou financiados por Hong Kong, o que atrapalhou sobretudo King Hu que é muito associado ao cinema local, mas fez a maior parte dos seus filmes em Taiwan.

Abaixo a lista:

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