Arquivo do mês: julho 2009

Veneza

MOSTRA COMPETITIVA
Baaria, de Giuseppe Tornatore (Itália)
Soul Kitchen, de Fatih Akin (Alemanha)
La Doppia Ora, de Giuseppe Capotondi (Itália)
Accident, de Cheang Pou-Soi (China/ Hong Kong)
Persecution, de Patrice Chereau (França)
Lo Spazio Bianco, de Françasca Comencini (Itália)
White Material, de Claire Denis (França)
Mr. Nobody, de Jaco van Dormael (França)
A Single Man, de Tom Ford (EUA)
Lourdes, de Jessica Hausner (Áustria)
Bad Lieutenant: Port of Call New Orleans, de Werner Herzog (EUA)
The Road, de John Hillcoat (EUA)
Between Two Worlds, de Vimukthi Jayasundara (Sri Lanka)
The Traveller, de Ahmed Maher (Egito)
Lebanon, de Samuel Maoz (Israel)
Capitalism: A Love Story, de Michael Moore (EUA)
Women Without Men, de Shirin Neshat (Alemanha)
Il Grande Sogno, de Michele Placido (Itália)
36 vues du Pic Saint Loup, de Jacques Rivette (França)
Survival of the Dead, de George Romero (EUA)
Life During Wartime, de Todd Solondz (EUA)
Tetsuo The Bullet Man, de Shinya Tsukamoto (Japão)
Prince of Tears, de Yonfan (Hong Kong)

FORA DE COMPETIÇÃO
REC 2, de Jaume Balaguero, Paco Plaza (Espanha)
Chengdu, I Love You, de Fruit Chan, Cui Jian (China)
The Hole, de Joe Dante (EUA)
The Men Who Stare at Goats, de Grant Heslov (EUA)
Scheherazade, Tell Me a Story, de Yousry Nasrallah (Egito)
Yona Yona Penguin, de Rintaro (Japão)
The Informant!, de Steven Soderbergh (EUA)
Napoli Napoli Napoli, de Abel Ferrara (Itália)
Anni Luce, de Françasco Maselli (Itália)
L’oro di Cuba, de Giuliano Montaldo (Itália)
Prove per una tragedia Siciliana, de John Turturro, Roman Paska (Itália)
South of the Border, de Oliver Stone (EUA)

MIDNIGHT MOVIES
Gulaal, de Anurag Kashyap (Índia)
Dev D, de Anurag Kashyap (Índia)
Brooklyn’s Finest, de Antoine Fuqua (EUA)
Delhi-6, de Rakeysh Omprakash (Índia)
Valhalla Rising, de Nicolas Winding Refn (Dinamarca)

GOLDEN LION FOR LIFETIME ACHIEVEMENT 2009: JOHN LASSETER AND THE DISNEY/PIXAR DIRECTORS
Toy Story 3D (nova versão), de John Lasseter (EUA)
Toy Story 2-D (nova versão), John Lasseter, Lee Unkrich, Ash Brannon (EUA)

HORIZONS
Françasca, de Bobby Paunescu (Romania) (filme de abertura)
One-Zero, de Kamla Abou Zekri (Egito)
Buried Secrets, de Raja Amari (Tunísia)
Tender Parasites, de Christian Becker e Oliver Schwabe (Alemanha)
Adrift, de Bui Thac Chuyen (Vietnã)
Crush, de Petr Buslov, Aleksei German Jr., Borisd Khlebnikov, Kirill Serebrennikov, Ivan Vrypayev (Rússia)
Repo Chick, de Alex Cox (EUA)
Engkwentro, de Pepe Diokno (Filipinas)
The Man’s Woman and Other Stories, de Amit Dutta (Índia)
Paraiso, de Hector Galvez (Peru)
Io sono l’amore, de Luca Guadagnino (Itália)
Cow, de Guan Hu (China)
Judge, de Liu Jie (China)
Pepperminta, de Pipilotti Rist (Suíça)
Tris di donne e abiti nunziali, de Martina Gedeck (Itália)
Insolação, de Daniela Thomas e Felipe Hirsch (Brasil)
1428, de Du Haibin (China)
Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo, de Marcelo Gomes e Karim Ainouz (Brasil)
Once Upon A Time Proletarian: 12 Tales of a Country, de Guo Xiaolu (China)
Villalobos, de Romuald Karmakar (Alemanha)
Il colore delle parole, de Marco Simon Puccioni (Itália)
The One All Alone, de Frank Scheffer (Holanda)
Toto, de Peter Schreiner (Áustria)

HORIZONS EVENTS
Programa 1: The Death of Pentheus, de Philip Haas (EUA)/ Faces of Soul, de Gina Kim (EUA)/ La Boheme, de Werner Herzog (Reino Unido)/ Mudanza, de Pere Portabella (Espanha)
Programa 2: Deserto Rosa – Luigi Ghirri, de Elisabetta Sgarbi (Itália)/ Reading Book of Blockade, de Aleksander Sokurov (Rússia)/ Armando Testa – Povero ma moderno, de Pappi Corsicato/ La Danse – Le Ballet de l’Opera de Paris, de Fredrick Wiseman (EUA)/ Hugo en Afrique, de Stefano Knuchel (Suíça)/ Via della Croce, de Serena Nono (Itália)

— Seleção bem fraca que confirma que o ano deixa a desejar.
— Acho que é a primeira vez que colocam um filme do Romero em competição num festival deste porte.
— Em Rivette e Denis, eu confio.
— Falando sobre cineasta em que eu confio uma materia sobre o curioso filme do Abel Ferrara.
— Tem um Joe Dante também.
— No Horizo0nte a grande noticia é o curta do Pere Portabella.

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Manifesto de Jean Douchet

O grande Jean Douchet publicou um pequeno manifesto sobre crítica por conta da situação da Cahiers. O original em francês está aqui. Reproduza a tradução para inglês feita pelo Craig Keller:

Notre Combat

Let’s quit it with the psychodramas and come to an agreement about what, in 2009, a cinema revue should be.

The hot-button question of the day is that of the function of the image in an ultra-mediated and knowingly falsifying period. The new revue should impose its voice upon the current conversation, as the “young turks” once knew how to do. This doesn’t mean an improved Premiere wrapped up in a super Studio. This doesn’t mean a New Yorker for cinema written in the cosmopolitan language of The Economist. The new revue shouldn’t be a revue of reference and expertise plopped down onto the cinema. That already exists; it’s enough to translate Positif into English.

The new revue should be a revue of combat. An insolent, unfair, provocative revue. In short, partisan and scandalous. A revue that abandons the politique des auteurs for that of the fauteurs [troublemakers]. Fauteurs and even fouteurs de trouble [troublefuckers]. Thus a revue of youths, those youths upon whom a troubled vision of life, of their life, has been imposed. Thus, for those for whom the cinema once again becomes an existential necessity. A revue that would play favorites: on the part of the filmmakers: the function of seeing well (of presenting) in order to show; on the part of the revue: theorization, manifold reflections and their critiques in order to show that which has been seen well and felt well within a film. It’s a start from scratch: a moral, and therefore aesthetic, affair. Donc, d’une politique. [Therefore, a political affair. / Therefore, a politic matter. {i.e./c.f., la politique des auteurs} ]

One year ago at Cannes, La Frontière de l’aube [Frontier of Dawn, Philippe Garrel] was booed because it held forth, metaphorically speaking, upon this discourse. A rather young man, a photographer fascinated by the image of a star, absorbed by her as one is by a roll of film [ / absorbed by her just as much as he is by a roll of film / by a film — absorbé par celle-ci comme par une pellicule], becomes unable to tolerate life, and commits suicide. What made the pricks at Le Figaro or Le Journal du dimanche snicker — to cite only two examples: that fecundity of the image, and its incessant apparitions that carry it over onto the real, speak to us, speak to us of nothing but the sickness of youth in a world where a trick-representation bears it away and gets imposed upon the present.

Time is pressing. It is essential that plans for a new revue be put out in the open and discussed, post-haste. That a united line be drawn and affirmed. That a small committee lead the discussions. That the business plan and the editorial plan be linked. In short, to insure that the heritage of militant criticism possesses a present-day feel.

From two things, one: either the Cahiers dreams on, or it bites the dust, as I said one year ago already, at the start of the revue’s crisis. It has chosen to bite the dust. Our solution remains open to whoever wishes to seize it.

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Michael Mann

Aproveitando a estréia de Inimigos Publicos reproduzo o artigo que escrevi sobre Mann na Paisã #4 (Agosto/06):

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Melhores do Semestre

O Chico Fireman da Liga dos blogs pediu uma lista dos 10 melhores filmes do primeiro semestre. Aproveito para reproduzir aqui:

1) Gran Torino (Clint Eastwood)
2) Entre os Muros Da Escola (Laurent Cantet)
3) Horas de Verão (Olivier Assayas)
4) A Bela Junie (Christophe Honoré)
5) Desejo e Perigo (Ang Lee)
6) A Troca (Clint Eastwood)
7) Glória ao Cineasta (Takeshi Kitano)
8 ) Vocês, Os Vivos (Roy Andersson)
9) Milk (Gus Van Sant)
10) A Erva do Rato (Julio Bressane)

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Inimigos Públicos (Michael Mann,09)

Michael Mann acredita na verdade da ficção. Algo que se tornou cada vez mais marcante a partir de Ali e que creio alcance um ápice aqui. Inimigos Públicos não é o melhor Mann, mas é o mais puro: até os tiques típicos do seu mundo parecem se dissipar aqui diante do que ele procura captar. O que mais impressiona em Inimigos Públicos é como uma série de fatos e uma produção enorme que está lá para reproduzi-los se transformam nas mãos do cineasta em algo muito diferente: abstrações, imagens, emoções. No fim restam as imagens que existem bem distantes da reconstituição ou iconografia; imagens sobretudo expressivas.

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Links de amigos

O grande Francis Vogner está de blog novo, No Olho do Furacão.

Fernando Watanabe publicou um longo desabafo sobre seu curta Danças não ser selecionado para o Festival de Curtas de São Paulo. Alguns pontos interessantes. Vi o filme num corte bem preliminar faz muito tempo e era promissor, certamente tem muito filme pior na seleção oficial.

Por fim, já deveria ter dado um link faz tempo, mas lá no sempre essencial Touro Enravecido José de Oliveira escreveu um texto muito bom sobre sua experiência de assistir Liverpool.

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Bressane outra vez

No blog do Inácio há uma série de posts sobre A Erva do Rato e como sempre nos comentários a polemica a respeito de Bressane. Me impressiona sempre como algo no cinema – na postura – do Bressane parece ofender alguns. Não se trata afinal do único cineasta “difícil” que temos, mas parece sempre carregar tanto os créditos quanto os ônus da sua posição. Bressane para certo cinéfilo perece simplesmente intolerável, sua mera existência uma afronta.

O Lucian Chaussard fez uma boa observação nos comentários sobre como os ofendidos se incomodam com o suposto hermetismo de Bressane. Sim, é verdade que os filmes dele por vezes trabalham com informações que o espectador pode não conhecer, mas são elas mesmas tão vitais assim? Parece-me que –seja nos seus filmes bons ou nos ruins – o cinema do Bressane existe numa chave para alem destas referencias e elas não são tão essenciais para apreciá-lo.

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Trailer da Mulher Gorila

Trailer do filme do Felipe Bragança e da Marina Meliande. Vai estar em Locarno

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Andre Luiz Oliveira na Zingu!

Escrevi um texto para a Zingu! sobre o grande Meteorango Kid. Achava que seria para alguma pauta relacionada aos lançamentos da Lume, mas na verdade faz parte de um amplo dossiê sobre André Luiz Oliveira que está muito legal. A Zingu sempre fez um trabalho sem paralelos de resgate histórico do cinema paulista (num dos períodos corridos do blog não linkei para ótima edição sobre Cláudio Cunha uns meses atrás), mas me parece que Matheus Trunk e Gabriel Carneiro resolveram expandir as fronteiras da revista, primeiro com dois dossiês sobre cineastas brasileiros de baixíssimo orçamento e agora este sobre Oliveira. Recomendo muito a leitura da edição toda.

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Histórias Extraordinárias (Mariano Lliñas,08)

Tudo em Histórias Extraordinárias é grande. Dentro das suas três histórias surgem vários outros pequenos filmes e Lliñas vai colecionando idéias, situações e personagens suficientes para povoar uma dúzia de outros longas metragens. Trata-se de um filme que passeia com desenvoltura por uma infinita fauna de gêneros cinematográficos: thriller, melodrama, comédia, filme de guerra, road movie e sobretudo o filme de aventura. È um filme sobre narrativa realizado por alguém com um prazer enorme em contar causos. Quase como um filme de Raoul Ruiz feito com ambição wellesiana (apesar de lembrar bastante o Rivette dos anos 70 sem a fascinação pelos atores). È exaustivo sem dúvidas, mas jamais passa mais que alguns minutos sem que algo no filme maravilhe o espectador. È o prazer com que Lliñas constrói suas situações que cativa. Histórias Extraordinárias existe num universo paralelo ao de boa parte do cinema argentino recente (seja este bom ou mero embuste), pode-se até dizer que parece existir contra ele, mas é também o melhor filme de lá que veja desde As Luvas Mágicas do Martin Rejtman.

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K-19 (Kathryn Bigelow,02)

O mais genérico filme da carreira de Bigelow, K-19 se atem com afinco a formula do filme de submarino tanto nas suas situações como nas opções de direção. Longe de ser um filme memorável, K-19 é muito eficaz (desde que se ignore Harrison Ford que é um problema bem maior aqui do que Keanu Reeves era em Point Break). Bigelow é bem hábil em manipular o espaço fechado de acordo com as intensidades dramáticas do filme. Alem disso há algo muito simpático na forma como filme vai aos poucos acumulando de forma casual situações e personagens típicos do gênero e negociando entre eles. A trama em si é uma relíquia de Guerra Fria e Bigelow trabalha habilmente em sugerir os diferentes significados para ações dentro do contexto da Guerra Fria e filmá-la 40 anos após os fatos.

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O Peso da Água (Kathryn Bigelow,00)

O Peso da Água é de longe a produção mais respeitável que Bigelow comandou e é também fácil a pior. Não que estejamos no terreno de filme para Oscar e similares (a cineasta tem gosto demais pelo pulp para isso), mas nada no filme funciona minimamente bem. São duas tramas um tanto histéricas em tempos diferentes que supostamente deveriam se iluminar, mas o corte entre elas colabora mais para fragilizá-las e revelar seu esquematismo.  Não que sejam grande coisa por si só o filme flashback é competente e rotineiro, o contemporâneo (que toma a maior parte do tempo) só medíocre. Há algumas imagens fortes distribuídas ao longo do filme e conceito geral não é mal, mas o filme desmorona sem um centro.

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No Meu Lugar (Eduardo Valente,09)

É meio estranho escrever impressões muito rápidas sobre filmes de amigos e espero cedo ou tarde escrever algo mais detalhado sobre No Meu Lugar quando tiver a oportunidade de revê-lo. De qualquer forma o filme me pegou numa cena bem simples logo no começo quando um personagem esta na cozinha bebendo água e é chamado pelo seu superior, antes de sair ele esvazia o resto do copo na pia. Que o filme gaste tempo com este pequeno ato, no lugar de mostrar o cara deixando o copo ou simplesmente cortar para cena seguinte faz toda diferença e diz muito sobre porque o filme é muito melhor do que a maioria dos filmes que lidam com o Rio ou porque não faz sentido compará-lo com certo charlatão mexicano. Não é um filme sobre seus temas, mas só sobre como as pessoas se portam em meio a eles.

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Blog e Links

Desculpem o sumiço, mas me enrolei nos ultimos dias entre preparativos para viagem, doença na família e terminar um texto (que eu espero linkar em breve). Vou visitar meus pais em Cuiabá e não sei como vai ser meu acesso a Internet nos próximos dez dias (mas terei muito tempo livre paraescrever então mesmo que o intervalo entre as postagens for longo tem chances de eu produzir bastante), tentarei escrever sobre os dois filmes da Bigelow que faltam até amanhã, mas não sei se dará tempo.

Aproveitando, o Bruno Amato me apontou que a Cinema Scope está com sua edição de Cannes no ar. Como sempre muitos artigos interessantes e o sempre impagável ensaio do Mark Peranson sobre o estado deplorável da competição. A arte de ser do contra é uma que Mark domina como ninguém. A esta altura ele já reescreveu este artigo tantas vezes que é quase uma performance escrita (minha tese é que ele quer ver até que ponto pode insultar o Fremaux sem ter a credencial revocada), mas sempre é mais do que simples agressividade. O festival da Cinema Scope como sempre é alternativo, os filmes cobertos com destaque são Resnais, Bellochio, Suleiman, João Pedro Rodrigues, Corneliu Porumboiu, Raya Martin, etc. 

A Film Comment também está com sua “edição de Cannes” no ar. É uma pena que um dos efeitos do Kent Jones largar o Lincoln Center é que este ano não tem o artigo tradicional dele do festival, mas para compensar a revista disponibilizou uma parte mais ampla da cobertura. Nunca entendo os critérios do site da FC a revista inclui um artigo do Quintin sobre “file sharing”, mas não está disponível online quando seria um dos textos mais óbvios da edição para o site.

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4o Festival de Cinema Latino de SP: Algumas sugestões

Dia 6 começa aqui em São Paulo a 4º edição do Festival de Cinema Latino que vem melhorando muito a cada ano. Neste ano a sessão contemporânea me parece muito boa corrigido inclusive algumas lacunas que a Mostra deixou no ao passado. Entre os brasileiros mais uma chance de ver Moscou do Coutinho e O Fim da Picada do Saaghard e as primeiras exibições em São Paulo do Meu Mundo em Perigo do José Eduardo Belmonte e No Meu Lugar do Eduardo Valente (tem também a primeira exibição do filme novo do Roberto Moreira para quem se interessar). Entre os internacionais ao menos três filmes que eu recomendaria o esforço de ver:
Uma Semana Sozinhos – Vi este em Buenos Aires ano passado. Ótimo segundo longa da diretora de Ana e os Outros.
Histórias Extraordinárias – Fiquei arrependido de perder este no BAFICI ano passado já que os comentários que ouvi/li eram todos muito entusiasmados. Dito isso é um filme de quatro horas.
Vou Explodir – Filme mexicano que recebeu elogios de alguns cinéfilos que eu confio.

Há ainda alguns filmes de veteranos (Leonardo Favio, Juan Carlos Tíbio) que podem valer a aposta e algumas mostras (Alex Viany, outra de retomada do cinema latino americano com uma seleção um tanto tímida, mas que inclui nova chance para quem nunca viu Mundo Grua). Programação e sinopses no site.

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