MOSTRA COMPETITIVA
Baaria, de Giuseppe Tornatore (Itália)
Soul Kitchen, de Fatih Akin (Alemanha)
La Doppia Ora, de Giuseppe Capotondi (Itália)
Accident, de Cheang Pou-Soi (China/ Hong Kong)
Persecution, de Patrice Chereau (França)
Lo Spazio Bianco, de Françasca Comencini (Itália)
White Material, de Claire Denis (França)
Mr. Nobody, de Jaco van Dormael (França)
A Single Man, de Tom Ford (EUA)
Lourdes, de Jessica Hausner (Áustria)
Bad Lieutenant: Port of Call New Orleans, de Werner Herzog (EUA)
The Road, de John Hillcoat (EUA)
Between Two Worlds, de Vimukthi Jayasundara (Sri Lanka)
The Traveller, de Ahmed Maher (Egito)
Lebanon, de Samuel Maoz (Israel)
Capitalism: A Love Story, de Michael Moore (EUA)
Women Without Men, de Shirin Neshat (Alemanha)
Il Grande Sogno, de Michele Placido (Itália)
36 vues du Pic Saint Loup, de Jacques Rivette (França)
Survival of the Dead, de George Romero (EUA)
Life During Wartime, de Todd Solondz (EUA)
Tetsuo The Bullet Man, de Shinya Tsukamoto (Japão)
Prince of Tears, de Yonfan (Hong Kong)
FORA DE COMPETIÇÃO
REC 2, de Jaume Balaguero, Paco Plaza (Espanha)
Chengdu, I Love You, de Fruit Chan, Cui Jian (China)
The Hole, de Joe Dante (EUA)
The Men Who Stare at Goats, de Grant Heslov (EUA)
Scheherazade, Tell Me a Story, de Yousry Nasrallah (Egito)
Yona Yona Penguin, de Rintaro (Japão)
The Informant!, de Steven Soderbergh (EUA)
Napoli Napoli Napoli, de Abel Ferrara (Itália)
Anni Luce, de Françasco Maselli (Itália)
L’oro di Cuba, de Giuliano Montaldo (Itália)
Prove per una tragedia Siciliana, de John Turturro, Roman Paska (Itália)
South of the Border, de Oliver Stone (EUA)
MIDNIGHT MOVIES
Gulaal, de Anurag Kashyap (Índia)
Dev D, de Anurag Kashyap (Índia)
Brooklyn’s Finest, de Antoine Fuqua (EUA)
Delhi-6, de Rakeysh Omprakash (Índia)
Valhalla Rising, de Nicolas Winding Refn (Dinamarca)
GOLDEN LION FOR LIFETIME ACHIEVEMENT 2009: JOHN LASSETER AND THE DISNEY/PIXAR DIRECTORS
Toy Story 3D (nova versão), de John Lasseter (EUA)
Toy Story 2-D (nova versão), John Lasseter, Lee Unkrich, Ash Brannon (EUA)
HORIZONS
Françasca, de Bobby Paunescu (Romania) (filme de abertura)
One-Zero, de Kamla Abou Zekri (Egito)
Buried Secrets, de Raja Amari (Tunísia)
Tender Parasites, de Christian Becker e Oliver Schwabe (Alemanha)
Adrift, de Bui Thac Chuyen (Vietnã)
Crush, de Petr Buslov, Aleksei German Jr., Borisd Khlebnikov, Kirill Serebrennikov, Ivan Vrypayev (Rússia)
Repo Chick, de Alex Cox (EUA)
Engkwentro, de Pepe Diokno (Filipinas)
The Man’s Woman and Other Stories, de Amit Dutta (Índia)
Paraiso, de Hector Galvez (Peru)
Io sono l’amore, de Luca Guadagnino (Itália)
Cow, de Guan Hu (China)
Judge, de Liu Jie (China)
Pepperminta, de Pipilotti Rist (Suíça)
Tris di donne e abiti nunziali, de Martina Gedeck (Itália)
Insolação, de Daniela Thomas e Felipe Hirsch (Brasil)
1428, de Du Haibin (China)
Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo, de Marcelo Gomes e Karim Ainouz (Brasil)
Once Upon A Time Proletarian: 12 Tales of a Country, de Guo Xiaolu (China)
Villalobos, de Romuald Karmakar (Alemanha)
Il colore delle parole, de Marco Simon Puccioni (Itália)
The One All Alone, de Frank Scheffer (Holanda)
Toto, de Peter Schreiner (Áustria)
HORIZONS EVENTS
Programa 1: The Death of Pentheus, de Philip Haas (EUA)/ Faces of Soul, de Gina Kim (EUA)/ La Boheme, de Werner Herzog (Reino Unido)/ Mudanza, de Pere Portabella (Espanha)
Programa 2: Deserto Rosa – Luigi Ghirri, de Elisabetta Sgarbi (Itália)/ Reading Book of Blockade, de Aleksander Sokurov (Rússia)/ Armando Testa – Povero ma moderno, de Pappi Corsicato/ La Danse – Le Ballet de l’Opera de Paris, de Fredrick Wiseman (EUA)/ Hugo en Afrique, de Stefano Knuchel (Suíça)/ Via della Croce, de Serena Nono (Itália)
— Seleção bem fraca que confirma que o ano deixa a desejar.
— Acho que é a primeira vez que colocam um filme do Romero em competição num festival deste porte.
— Em Rivette e Denis, eu confio.
— Falando sobre cineasta em que eu confio uma materia sobre o curioso filme do Abel Ferrara.
— Tem um Joe Dante também.
— No Horizo0nte a grande noticia é o curta do Pere Portabella.

Blog e Links
Desculpem o sumiço, mas me enrolei nos ultimos dias entre preparativos para viagem, doença na família e terminar um texto (que eu espero linkar em breve). Vou visitar meus pais em Cuiabá e não sei como vai ser meu acesso a Internet nos próximos dez dias (mas terei muito tempo livre paraescrever então mesmo que o intervalo entre as postagens for longo tem chances de eu produzir bastante), tentarei escrever sobre os dois filmes da Bigelow que faltam até amanhã, mas não sei se dará tempo.
Aproveitando, o Bruno Amato me apontou que a Cinema Scope está com sua edição de Cannes no ar. Como sempre muitos artigos interessantes e o sempre impagável ensaio do Mark Peranson sobre o estado deplorável da competição. A arte de ser do contra é uma que Mark domina como ninguém. A esta altura ele já reescreveu este artigo tantas vezes que é quase uma performance escrita (minha tese é que ele quer ver até que ponto pode insultar o Fremaux sem ter a credencial revocada), mas sempre é mais do que simples agressividade. O festival da Cinema Scope como sempre é alternativo, os filmes cobertos com destaque são Resnais, Bellochio, Suleiman, João Pedro Rodrigues, Corneliu Porumboiu, Raya Martin, etc.
A Film Comment também está com sua “edição de Cannes” no ar. É uma pena que um dos efeitos do Kent Jones largar o Lincoln Center é que este ano não tem o artigo tradicional dele do festival, mas para compensar a revista disponibilizou uma parte mais ampla da cobertura. Nunca entendo os critérios do site da FC a revista inclui um artigo do Quintin sobre “file sharing”, mas não está disponível online quando seria um dos textos mais óbvios da edição para o site.
Deixe um comentário
Arquivado em Links, Observações
Marcado como Cannes, Cinema Scope, Film Comment, Mark Peranson