Aparentemente cairam (ou não foram confirmados) alguns filmes que já tinham circulado como fechados: Skolimowski, Tokyo, Cantet.
Tem uma retrospectiva do Pablo Trapero além das que já tinha saido antes.
10+4 (DAH BE ALAVEH CHAHAR…), de Mania Akbari
24 CITY (ER SHI SI CHENG JI), de Jia Zhang-ke
ADORAÇÃO (ADORATION), de Atom Egoyan
ALEXANDRA, de Alexander Sokurov
AMIGOS DE RISCO, de Daniel Bandeira
APPALOOSA – UMA CIDADE SEM LEI (APPALOOSA), de Ed Harris
AQUELE QUERIDO MÊS DE AGOSTO, de Miguel Gomes
A CANÇÃO DOS PARDAIS (AVAZE GONJESHK-HÁ), de Majid Majidi
O CANTO DOS PÁSSAROS (EL CANT DELS OCELLS), de Albert Serra
O CASAMENTO DE RACHEL (RACHEL GETTING MARRIED), de Jonathan Demme
CAVALO DE DUAS PATAS (ASBE DU-PA), de Samira Makhmalbaf
CHE, de Steven Soderbergh
CIDADE MARAVILHOSA (WONDERFUL TOWN), de Aditya Assarat
CINZAS DO PASSADO REDUX (DONGXIE XIDU), de Wong Kar Wai
UM CONTO DE NATAL (UN CONTE DE NOEL), de Arnaud Desplechin
CSNY / DÉJÀ VU, de Neil Young
DEPOIS DA ESCOLA (AFTERSCHOOL), de Antonio Campos
DESIERTO ADENTRO, de Rodrigo Plá
A ERVA DO RATO, de Julio Bressane
FELIZ NATAL, de Selton Mello
A FESTA DA MENINA MORTA, de Matheus Nachtergaele
A FLORESTA DOS LAMENTOS (MOGARI NO MORI), de Naomi Kawase
FRONTEIRA, de Rafael Conde
A FRONTEIRA DA ALVORADA (LA FRONTIÈRE DE L’AUBE), de Philippe Garrel
GARAPA, de José Padilha
GOMORRA (GOMORRAH), de Matteo Garrone
HORAS DE VERÃO (L’ HEURE D’ÉTÉ), de Olivier Assayas
IL DIVO, de Paolo Sorrentino
JUVENTUDE, de Domingos Oliveira
KATYN, de Andrzej Wajda
KHAMSA, de Karim Dridi
LA RABIA, de Albertina Carri
LIÇÕES PARTICULARES (ELÈVE LIBRE), de Joachim Lafosse
LIVERPOOL, de Lisandro Alonso
THE LOVEBIRDS, de Bruno de Almeida
MAIS TARDE VOCÊ ENTENDERÁ (PLUS TARD TU COMPRENDRAS), de Amos Gitai
MELANCHOLIA, de Lav Diaz
MEU WINNIPEG (MY WINNIPEG), de Guy Maddin
NINHO VAZIO (EL NIDO VACÍO), de Daniel Burman
NUCINGEN HAUS, de Raoul Ruiz
AS OFICINAS DE DEUS (LES BUREAUX DE DIEU), de Claire Simon
O’ HORTEN, de Bent Hamer
PACHAMAMA, de Eryk Rocha
O PODEROSO CHEFÃO (THE GODFATHER), de Francis Ford Coppola
O PRIMEIRO A CHEGAR (LE PREMIER VENU), de Jacques Doillon
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (S.O.P. – STANDARD OPERATING PROCEDURE), de Errol Morris
QUEIME DEPOIS DE LER (BURN AFTER READING), de Joel Coen, Ethan Coen
REBOBINE, POR FAVOR (BE KIND REWIND), de Michel Gondry
SE NADA MAIS DER CERTO, de José Eduardo Belmonte
SEGURANDO AS PONTAS (PINEAPPLE EXPRESS), de David Gordon Green
SERBIS, de Brillante Mendoza
SINÉDOQUE, NOVA IORQUE (SYNECDOCHE, NEW YORK), de Charlie Kaufman
O SILÊNCIO DE LORNA (LE SILENCE DE LORNA), de Jean-Pierre, Luc Dardenne
SONATA DE TÓQUIO (TOKYO SONATA), de Kiyoshi Kurosawa
TERRA VERMELHA (BIRDWATCHERS), de Marco Bechis
THREE MONKEYS (ÜÇ MAYMUN), de Nuri Bilge Ceylan
TODO MUNDO TEM PROBLEMAS SEXUAIS, de Domingos Oliveira
TONY MANERO, de Pablo Larraín
TULPAN, de Sergey Dvortsevoy
VARSÓVIA SOMBRIA (IZOLATOR), de Christopher Doyle
VICKY CRISTINA BARCELONA, de Woody Allen
A VIDA MODERNA (LA VIE MODERNE), de Raymond Depardon
WALTZ WITH BASHIR, de Ari Folman
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A Film Comment lançou sua edição de Novembro/Dezembro e incluiu alguns materiais bem interessantes de extra no seu site: duas entrevistas com Manny Farber, uma de 77 (incluída na versão atual do Negative Space) e outra de 2000 (que está na coletânea do Kent Jones) e a transcrição de mais um debate sobre crítica que é longo repete alguns dos mesmos pontos que ouvimos sempre neste eventos, mas tem algumas intervenções interessantes (e para quem tem interesse na situação dos Cahiers, o Emmanuel Bourdeau fala bastante sobre a revista). Do conteúdo da revista em si, destaque para ó artigo do Nathan Lee sobre o novo filme do Van Sant.
Já no sempre essencial Moving Image Source, Adrian Martin escreve sobre a divisão de capítulos em DVDs. No período em que este blog só teve tempo para o Festival do Rio e a Mostra de São Paulo, o site colocou no ar também um excelente artigo do Chris Fujiwara sobre Vicente Minnelli e uma belissímo texto do Miguel Maria sobre a muito subestimada carreira de diretor do Paul Newman.
Falando em Chris Fujiwara, Undercurrent revista que o Fujiwara edita para a FIPRESCI finalmente lançou uma edição nova (estes estrangeiros fazem a Contracampo parecer uma publicação regular).
Para fechar um excelente ensaio da Nicole Brenez com versões em inglês e francês.
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