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Melhores da década – Cinema Scope

O site da Cinema Scope está com a edição nova no ar com destaque para eleição de melhores da década.

1. Platforma (Jia Zhangke, 2000)
2. No Quarto de Vanda (Pedro Costa, 2001)
3. La libertad (Lisandro Alonso, 2001)
4. Los Angeles Plays Itself (Thom Andersen, 2003)
5. 13 Lakes (James Benning, 2004)
6. Evolution of a Filipino Family (Lav Diaz, 2004)
7. Yi Yi (Edward Yang, 2000)
8. Black Book (Paul Verhoeven, 2006)
9. Memorias de um Assassino (Bong Joon-ho, 2003)
10. Mulholland Drive (David Lynch, 2001)
Menções honrosas: Juventude em Marcha (Pedro Costa, 2006); A Morte do Sr. Lazarescu (Cristi Puiu, 2005); En La Ciudad de Sylvia (José Luis Guerín, 2007); O Intruso (Claire Denis, 2004); Three Times (Hou Hsiao-hsien, 2005); Sindromes e um Século (Apichatpong Weerasethakul, 2006).

As listas individuais com comentários estão no site.

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Mostra – Final

KFZ – 1348 (Gabriel Mascaro e Marcelo Pedroso,08) – ***

 

Bom documentário pernambucano. Bem hábil na sua construção e sem nunca pesar a mão para reforçar a idéia central (encontrar todos os donos de um Fusca 65 específico) simplesmente deixando ela naturalmente estabelecer sua força.

 

24 City (Jia Zhang-ke,08) – ***

 

Jia menor. Na Paisà.

 

Melancholia (Lav Diaz,08) – ****

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E fácil tratar a longa duração dos filmes de Lav Diaz como um fait divers, mas a verdade é que ela é essencial para o projeto de cinema dele. Melancholia é uma lenta escavação sobre as feridas recentes da política filipina que vai aos poucos acumulando seu poder. A últimas das 3 partes do filme – um longuíssimo flashback com umas boas duas horas de duração mostrando os últimos dias de um grupo de guerrilheiros – tem um acumulo de detalhes impressionante.

 

O Canto dos Pássaros (Albert Serra,08) – *****

 

Já escrevi antes aqui e na Paisà. Agora devo dizer que entre ele, Diaz, o Deixa Ela Entrar e uma cópia de verdade do Deplaschin não vejo porque a Mostra tenha ficado tão abaixo do Rio como disseram.

 

Eu Quero Ver (Khalil Joreige e Joana Hadjithomas,08) – ***

 

O filme nunca vai alem da idéia inicial (Catherine Deneuve é levada por uma equipe de filmagem libanesa para visitar as ruínas da última guerra local), mas trabalha de forma muito eficaz dentro dela.

 

Um Conto de Natal (Arnaud Desplechin,08) – *****

 

Dos 34 filmes que Desplechin esta fazendo uns 23 são geniais e uma outra meia dúzia é boa. Agora para quem tem pouca paciência para hiperatividade do Reis e Rainha são duas horas e meia no inferno hehe.

 

Serbis (Brillante Mendoza,08) – ***

 

O encontro entre a câmera fluída de Mendoza e a relação do filme com o seu cinema decrépito é muito forte.

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