Inacio pegando pesado

Inacio Araujo sacaneando o 007 novo ontem na Folha:

A verdade, no entanto, é que Hal Hartley deu conta em “Fay Grimm”, com mais desenvoltura, do destino do filme de espionagem em nossos dias

Difícil supera-lo.

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A Film Comment lançou sua edição de Novembro/Dezembro e incluiu alguns materiais bem interessantes de extra no seu site: duas entrevistas com Manny Farber, uma de 77 (incluída na versão atual do Negative Space) e outra de 2000 (que está na coletânea do Kent Jones) e a transcrição de mais um debate sobre crítica que é longo repete alguns dos mesmos pontos que ouvimos sempre neste eventos, mas tem algumas intervenções interessantes (e para quem tem interesse na situação dos Cahiers, o Emmanuel Bourdeau fala bastante sobre a revista). Do conteúdo da revista em si, destaque para ó artigo do Nathan Lee sobre o novo filme do Van Sant.

Já no sempre essencial Moving Image Source, Adrian Martin escreve sobre a divisão de capítulos em DVDs. No período em que este blog só teve tempo para o Festival do Rio e a Mostra de São Paulo, o site colocou no ar também um excelente artigo do Chris Fujiwara sobre Vicente Minnelli e uma belissímo texto do Miguel Maria sobre a muito subestimada carreira de diretor do Paul Newman. 

Falando em Chris Fujiwara, Undercurrent revista que o Fujiwara edita para a FIPRESCI finalmente lançou uma edição nova (estes estrangeiros fazem a Contracampo parecer uma publicação regular).

Para fechar um excelente ensaio da Nicole Brenez com versões em inglês e francês.

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Indie 2008

Começa hoje no Cinesesc o Indie, festival de BH que tem um braço paulistano desde o ano passado. O legal do Indie é que a curadoria do festival é bem diferenciada e trás alguns filmes bem menos óbvios. Para além da retrospectiva do Koji Wakamatsu que se não é um Hong Sang-soo (homenageado do ano passado) não deixa de ser um cineasta interessante (atenção especial para seu último filme United Red Army que foi bem elogiado ano passado), ficam algumas dicas:

Hannah Takes the  Stairs (Joe Swanberg,07) – Domingo, 15h15

Não vi, mas o filme tem seus defensores lá fora e fez sucesso com a redação do Filmes Polvo.

Tudo Perdoado (Mia Hansen-Love,07) – Domingo, 18h50

Confesso que não sou muito fã desta estreia da ex-crítica do Cahiers. Um filme um bom tanto derivativo dos primeiro longas do Assayas e dos filmes do Garrel do final dos anos 80/começo dos 90, mas acho a segunda parte bem boa e o filme tem alguns fãs de respeito como o Eduardo Valente.

Quando Eu Era Uma Criança Lá Fora (John Torres,08) – Segunda, 17h10

O primeiro longa de Torres, Todo Todo Teros, foi muito elogiado quando foi exibido em festivais em 2006. Tem um artigo bem interessante sobre o filme aqui.

Pegando Fogo (Claire Simon,06) – Quarta, 17h20

O filme de Simon dividiu opniões quando foi exibido na Quinzena dos Realizadores, mas teve gente boa que se entusiasmou com ele.

Para quem quer mais dicas recomendo a cobertura do Filmes Polvo.

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Hubert Bals Fund

Saiu hoje a lista de filmes apoiados pelo fundo do Festival de Roterdã que é sempre um dos mais interessentes do mundo. Além de trabalhos novos de dois belos cineastas (Apichatpong Weerasethakul, Raya Martin), tem várias apostas de cinema latino-americano (Rodrigo Moreno, Pablo Larrain) incluindo dois brasileiros: o filme novo do Philippe Barcinski e o primeiro longa de ficção do Kléber Mendonça Filho. Grande notícia para quem como eu tem os curtas do Kléber Mendonça em alta conta. Para além do apoio financeiro, o selo do Hubert Bals Fund ajuda muito na circulação em festivais dos filmes selecionados.

A relação completa dos selecionados pode ser encontrada aqui.

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Rouge #12

Depois de muito tempo a Rouge finalmente lançou uma edição nova. Destaque para homenagem a Manny Farber. O resto da edição também está ótima (o texto do Kent Jones, em especial, é excelente).

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Mostra – Final

KFZ – 1348 (Gabriel Mascaro e Marcelo Pedroso,08) – ***

 

Bom documentário pernambucano. Bem hábil na sua construção e sem nunca pesar a mão para reforçar a idéia central (encontrar todos os donos de um Fusca 65 específico) simplesmente deixando ela naturalmente estabelecer sua força.

 

24 City (Jia Zhang-ke,08) – ***

 

Jia menor. Na Paisà.

 

Melancholia (Lav Diaz,08) – ****

´

E fácil tratar a longa duração dos filmes de Lav Diaz como um fait divers, mas a verdade é que ela é essencial para o projeto de cinema dele. Melancholia é uma lenta escavação sobre as feridas recentes da política filipina que vai aos poucos acumulando seu poder. A últimas das 3 partes do filme – um longuíssimo flashback com umas boas duas horas de duração mostrando os últimos dias de um grupo de guerrilheiros – tem um acumulo de detalhes impressionante.

 

O Canto dos Pássaros (Albert Serra,08) – *****

 

Já escrevi antes aqui e na Paisà. Agora devo dizer que entre ele, Diaz, o Deixa Ela Entrar e uma cópia de verdade do Deplaschin não vejo porque a Mostra tenha ficado tão abaixo do Rio como disseram.

 

Eu Quero Ver (Khalil Joreige e Joana Hadjithomas,08) – ***

 

O filme nunca vai alem da idéia inicial (Catherine Deneuve é levada por uma equipe de filmagem libanesa para visitar as ruínas da última guerra local), mas trabalha de forma muito eficaz dentro dela.

 

Um Conto de Natal (Arnaud Desplechin,08) – *****

 

Dos 34 filmes que Desplechin esta fazendo uns 23 são geniais e uma outra meia dúzia é boa. Agora para quem tem pouca paciência para hiperatividade do Reis e Rainha são duas horas e meia no inferno hehe.

 

Serbis (Brillante Mendoza,08) – ***

 

O encontro entre a câmera fluída de Mendoza e a relação do filme com o seu cinema decrépito é muito forte.

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Mostra Dias 4 a 7

Sonata de Tóquio (Kiyoshi Kurosawa,08) – *****

Primeira das muitas revisões desta semana e se confirma como um dos grandes filmes do ano.

A Fronteira da Alvorada (Phillipe Garrel,08) – *****

Devo escrever mais sobre na Paisà quando o filme for lançado mês que vem, mas faz uma bela dupla com O Canto dos Pássaros, dois filmes que fazem a busca por uma imagem essencial que parece ter estado sempre ali tão simples.

Acne (Federico Velloj,08) – ****

Filme uruguaio muito bom sobre um moleque de 13 anos tentando conseguir um primeiro beijo. Das boas surpresas da Mostra até aqui, simples, mas muito bem observado.

Depois da Escola (Antonio Campos,08) – *

Amanhã na Paisà.

Aquele Querido Mês de Agosto (Miguel Gomes,08) – *****

Ainda maior na revisão. Incrivel como cada sequencia da parte “documental” é retomada de alguma forma na parte de “ficção”.

Fronteira (Rafael Conde,08) – ***

Conde tira um peso histórico das suas imagens muito marcante, apesar de eu não e interessar muito pela dramaturgia que ele esta construindo.

Horas de Verão (Olivier Assayas,08) – *****

Cresce na revisão, apesar de eu não ter certeza se é mesmo um filme maior (apesar de eu desconfiar que isto tenha algo a ver com o filme entre muitas outras coisas seja um filme de Assayas para quem não gosta de Assayas).

Lições Particulares (Joachim Lafosse,08) – ***

Até amanhã na paisà. Curioso que faz um bom contraponto ao Afterschool.

Deixe Ela Entrar (Tomas Alfredson,07) – ****

Belo terror/romance sobre horrores de se ter 12 anos.

Verônica (Mauricio Farias,08) – *

Na Paisà.

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Mostra Dias 1 a 3

Tulpan (Sergei Dvortsevoy,08) – ***

Funciona muito bem no seu encontro entre olhar documental e narrativa que vai aos poucos se impondo.

Queime Depois de Ler (Joel e Ethan Coen,08) – *

Os Coen de volta a irrelevancia da maior parte os últimos dez anos. A idéia inicial até é boa, mas a execução é um desastre.

Amigos de Risco (Daniel Bandeira,07) – ***

Irregular, mas tem muitos altos e a relação do filme com a cidade é muito forte.

O Canto dos Pássaros (Albert Serra,08) – *****

Honor de Cavallaria sugeria que Serra era um cineasta de talento, mas nunca imaginaria um segundo filme que alcance tamanha graça (no sentido mais mundano e mais religioso do termo). O Guilherme definiu, de forma muito divertida, como “o Gerry dos velhinhos malucos”, já eu tenho certeza que é um filme que pode tranquilamente ser mencionado no mesmo parágrafo que Francisco, Arauto de Deus. E em que lugar Serra encontra seus não-atores? Poderia ver dez horas dos três protagonistas não fazendo nada que o filme seguiria genial.

Tony Manero (Pablo Larrain,08) – **

Tem seus momentos, mas seu maior mérito é provavelmente se vender tão facilmente como “filme de festival”

O Silêncio de Lorna (Jean-Pierre & Luc Dardenne,08) – ***

Os últimos vinte minutos são desastrosos e o roteiro tem um sem número de truques fáceis, mas a maior parte do filme é um primor de precisão dramática.

O Poderoso Chefão (Francis Ford Coppola,72) – **

Estranho que precisei ver o filme no cinema para ter certeza de que não gosto dele.

Acácio (Marília Rocha,08) – ***

Tem muitos momentos fortes e várias boas soluções mesmo que o filme não fuja muito do que se espera de um filme que recaptura as memórias de um personagem

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Mostra

Aparentemente cairam (ou não foram confirmados) alguns filmes que já tinham circulado como fechados: Skolimowski, Tokyo, Cantet.

Tem uma retrospectiva do Pablo Trapero além das que já tinha saido antes.

10+4 (DAH BE ALAVEH CHAHAR…), de Mania Akbari
24 CITY (ER SHI SI CHENG JI), de Jia Zhang-ke
ADORAÇÃO (ADORATION), de Atom Egoyan
ALEXANDRA, de Alexander Sokurov
AMIGOS DE RISCO, de Daniel Bandeira
APPALOOSA – UMA CIDADE SEM LEI (APPALOOSA), de Ed Harris
AQUELE QUERIDO MÊS DE AGOSTO, de Miguel Gomes
A CANÇÃO DOS PARDAIS (AVAZE GONJESHK-HÁ), de Majid Majidi
O CANTO DOS PÁSSAROS (EL CANT DELS OCELLS), de Albert Serra
O CASAMENTO DE RACHEL (RACHEL GETTING MARRIED), de Jonathan Demme
CAVALO DE DUAS PATAS (ASBE DU-PA), de Samira Makhmalbaf
CHE, de Steven Soderbergh
CIDADE MARAVILHOSA (WONDERFUL TOWN), de Aditya Assarat
CINZAS DO PASSADO REDUX (DONGXIE XIDU), de Wong Kar Wai
UM CONTO DE NATAL (UN CONTE DE NOEL), de Arnaud Desplechin
CSNY / DÉJÀ VU, de Neil Young
DEPOIS DA ESCOLA (AFTERSCHOOL), de Antonio Campos
DESIERTO ADENTRO, de Rodrigo Plá
A ERVA DO RATO, de Julio Bressane
FELIZ NATAL, de Selton Mello
A FESTA DA MENINA MORTA, de Matheus Nachtergaele
A FLORESTA DOS LAMENTOS (MOGARI NO MORI), de Naomi Kawase
FRONTEIRA, de Rafael Conde
A FRONTEIRA DA ALVORADA (LA FRONTIÈRE DE L’AUBE), de Philippe Garrel
GARAPA, de José Padilha
GOMORRA (GOMORRAH), de Matteo Garrone
HORAS DE VERÃO (L’ HEURE D’ÉTÉ), de Olivier Assayas
IL DIVO, de Paolo Sorrentino
JUVENTUDE, de Domingos Oliveira
KATYN, de Andrzej Wajda
KHAMSA, de Karim Dridi
LA RABIA, de Albertina Carri
LIÇÕES PARTICULARES (ELÈVE LIBRE), de Joachim Lafosse
LIVERPOOL, de Lisandro Alonso
THE LOVEBIRDS, de Bruno de Almeida
MAIS TARDE VOCÊ ENTENDERÁ (PLUS TARD TU COMPRENDRAS), de Amos Gitai
MELANCHOLIA, de Lav Diaz
MEU WINNIPEG (MY WINNIPEG), de Guy Maddin
NINHO VAZIO (EL NIDO VACÍO), de Daniel Burman
NUCINGEN HAUS, de Raoul Ruiz
AS OFICINAS DE DEUS (LES BUREAUX DE DIEU), de Claire Simon
O’ HORTEN, de Bent Hamer
PACHAMAMA, de Eryk Rocha
O PODEROSO CHEFÃO (THE GODFATHER), de Francis Ford Coppola
O PRIMEIRO A CHEGAR (LE PREMIER VENU), de Jacques Doillon
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (S.O.P. – STANDARD OPERATING PROCEDURE), de Errol Morris
QUEIME DEPOIS DE LER (BURN AFTER READING), de Joel Coen, Ethan Coen
REBOBINE, POR FAVOR (BE KIND REWIND), de Michel Gondry
SE NADA MAIS DER CERTO, de José Eduardo Belmonte
SEGURANDO AS PONTAS (PINEAPPLE EXPRESS), de David Gordon Green
SERBIS, de Brillante Mendoza
SINÉDOQUE, NOVA IORQUE (SYNECDOCHE, NEW YORK), de Charlie Kaufman
O SILÊNCIO DE LORNA (LE SILENCE DE LORNA), de Jean-Pierre, Luc Dardenne
SONATA DE TÓQUIO (TOKYO SONATA), de Kiyoshi Kurosawa
TERRA VERMELHA (BIRDWATCHERS), de Marco Bechis
THREE MONKEYS (ÜÇ MAYMUN), de Nuri Bilge Ceylan
TODO MUNDO TEM PROBLEMAS SEXUAIS, de Domingos Oliveira
TONY MANERO, de Pablo Larraín
TULPAN, de Sergey Dvortsevoy
VARSÓVIA SOMBRIA (IZOLATOR), de Christopher Doyle
VICKY CRISTINA BARCELONA, de Woody Allen
A VIDA MODERNA (LA VIE MODERNE), de Raymond Depardon
WALTZ WITH BASHIR, de Ari Folman

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Festival Final

Versão ainda mais rápida que o normal.

Les Amours d’Astree et Celadon (Eric Rohmer,07) – ****
A Mulher Sem Cabeça (Lucrecia Martel,08) – *

Na Paisà.

Leonora (Pablo Trapero,08) – ****
Segurando as Pontas (David Gordon Green,08) – ****

Certamente o filme mais divertido do festival.

Se Nada Mais Der Certo (José Eduardo Belmonte,08) – ****
Ninho Vazio (Daniel Burman,08) – **
Julia (Eric Zonca,08) – *

A idéia do Zonca de homenagem a Glória e a minha são bem diferentes.

Quatro Noites com Anna (Jerzy Skolimowski,08) – ****

Filme de mestre.

Na Guerra (Bertand Bonello,08) – ***

A primeira metade é genial.

Waltz with Bashir (Ari Folman,08) – ***

Na Paisà.

Alexandra (Alexandr Sokurov,07) – *

Sokurov mantém sua média comigo: ou os filmes são ótimos ou não me interessam em nada.

Cinzas do Passado Redux (Wong Kar-wai,95/08) – ****
Aquiles e a Tartaruga (Takeshi Kitano,08) – ***

O menor dos filmes da trilogia do suicídio artistico, mas a última parte é muito boa.

O Casamento de Raquel (Jonathan Demme,08) – ***
Romance (Guel Arraes,08) – *

Para a série o cineasta brasileiro vai ao psiquiatra.

Tokyo Sonata (Kiyoshi Kurosawa,08) – ******

Belissimo filme de “terror”.

Sad Vacation (Shinji Ayoama,07) – ****

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Festival, dias 3 a 8

Festival. dias 3 a 8

O Bom, O Mau e o Bizarro (Kim Jee-Won,08) – **

Na Paisà.

Um Conto de Natal (Arnaud Deplaschin,08) – s/c

Gostei do que eu vi, mas o filme foi exibido numa copia péssima. A rever na Mostra.

Liverpool (Lisandro Alonso,08) – ****

Na revisão a última parte ganha mais força.

Aquele Querido Mês de Agosto (Miguel Gomes,08) – *****

Melhor filme do festival.

A Erva do Rato (Julio Bressane,08) – ****

Divertidíssimo.

Juventude (Domingos Oliveira,08) – **

Na Paisà.

A Viagem do Balão Vermelho (Hou Hsiao-Hsien,07) – ****

Na revisão segue não sendo um dos pontos altos da carreira do Hou, mas só por aquela cena com o afinador de piano o filme já séria foda.

Sobre o Tempo e a Cidade (Terence Davies,08) – ****

Na Paisà.

Feliz Natal (Selton Mello,08) – **

Melhor de imagem do que de texto. Pena o Selton escolher o irmão errado para centrar o filme.

Puffball (Nicolas Roeg,07) – **

Bizarro.

Boogie (Radu Muntean,08) – ***

Na Paisà.

Vicky Cristina Barcelona (Woody Allen,08) – **

Na Paisà.

Adoração (Atom Egoyan,08) – *

Se a intenção foi fazer uma auto-paródia a cotação é ****.

A Raiva (Albertina Carri,08) – *

Tem seus momentos quando se foca só nas crianças, mas o desejo de chocar trai o filme a todo momento.

Noite e Dia (Hong Sang-soo,08) – *****

Outra revisão. Obra-prima.

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Festival, dias 1 e 2

O Sangue Brota (Pablo Federik,08) – 0

Cinema mundo cão argentino.

O Último Reduto (Rabah Ameur-Zaimache,08) – ****

Na Paisá.

Sol Secreto (Lee chan-dong,07) – ***

Sólido.

A Fronteira da Alvorada (Philippe Garrel,08) – *****

Garrel. Belissimo especialmente na segunda parte.

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Já está no ar na Paisà o começo da cobertura do Festival do Rio. Como nos outros anos devo fazer comentários muito rápidos aqui (de acordo com minhas possibilidades de acesso a internet, com uma cobertura um pouco mais aprofundada lá.

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Festival do Rio

O Blog da Ilustrada tem uma relação aparentemente completa (ou quase) dos filmes do festival.

Já vi e recomendo muito En La Ciudad de Sylvia (Guerin), Night and Day (Hong Sang-Soo), Liverpool (Lisandro Alonso) e Sad Vacation (Shinji Ayoama).

Também vi e diria que vale uma olhada o Useless do Jia Zhang-ke e Ballast (Lance Hammer), um filme bem calcado nos Dardenne que comentei na cobertura de Buenos Aires e Caos, ultimo filme do Youssef Chahine.

Dos que eu não vi para alem dos mais óbvios (não preciso recomendar Garrel, Skolimowski ou Rohmer, né?), vale destacar que muita gente boa elogiou Secret Sunshine (Lee Chan-Domg) ano passado, que o Eduardo Valente cita Aquele Querido Mês de Agosto (Miguel Gomes) como melhor filme visto por ele em Cannes) e ainda tem o documntário do Terence Davies (Of Time and the City).

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Snow Angels (David Gordon Green,07)

O talento habitual de Green para evocar locações e para com cadencia dos diálogos segue forte, assim como todos seus tiques irritantes. Há um excesso de poesia forçada e a trama principal da guerra de nervos entre o ex-casal Kate Beckinsale e Sam Rockwell não funciona, mas a outra parte do filme passada entre adolescentes é uma maravilha (reforçando a impressão de que Green tende a se perder quanto mais seus personagens avançam na vida adulta). É um filme mais convencional que seus trabalhos anteriores, tentando adaptar as preferências de Green para uma adaptação literária de prestigio, mas que provavelmente não deve expandir muito o numero de fãs do cineasta.

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