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Festival, dias 3 a 8

Festival. dias 3 a 8

O Bom, O Mau e o Bizarro (Kim Jee-Won,08) – **

Na Paisà.

Um Conto de Natal (Arnaud Deplaschin,08) – s/c

Gostei do que eu vi, mas o filme foi exibido numa copia péssima. A rever na Mostra.

Liverpool (Lisandro Alonso,08) – ****

Na revisão a última parte ganha mais força.

Aquele Querido Mês de Agosto (Miguel Gomes,08) – *****

Melhor filme do festival.

A Erva do Rato (Julio Bressane,08) – ****

Divertidíssimo.

Juventude (Domingos Oliveira,08) – **

Na Paisà.

A Viagem do Balão Vermelho (Hou Hsiao-Hsien,07) – ****

Na revisão segue não sendo um dos pontos altos da carreira do Hou, mas só por aquela cena com o afinador de piano o filme já séria foda.

Sobre o Tempo e a Cidade (Terence Davies,08) – ****

Na Paisà.

Feliz Natal (Selton Mello,08) – **

Melhor de imagem do que de texto. Pena o Selton escolher o irmão errado para centrar o filme.

Puffball (Nicolas Roeg,07) – **

Bizarro.

Boogie (Radu Muntean,08) – ***

Na Paisà.

Vicky Cristina Barcelona (Woody Allen,08) – **

Na Paisà.

Adoração (Atom Egoyan,08) – *

Se a intenção foi fazer uma auto-paródia a cotação é ****.

A Raiva (Albertina Carri,08) – *

Tem seus momentos quando se foca só nas crianças, mas o desejo de chocar trai o filme a todo momento.

Noite e Dia (Hong Sang-soo,08) – *****

Outra revisão. Obra-prima.

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Festival, dias 1 e 2

O Sangue Brota (Pablo Federik,08) – 0

Cinema mundo cão argentino.

O Último Reduto (Rabah Ameur-Zaimache,08) – ****

Na Paisá.

Sol Secreto (Lee chan-dong,07) – ***

Sólido.

A Fronteira da Alvorada (Philippe Garrel,08) – *****

Garrel. Belissimo especialmente na segunda parte.

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Snow Angels (David Gordon Green,07)

O talento habitual de Green para evocar locações e para com cadencia dos diálogos segue forte, assim como todos seus tiques irritantes. Há um excesso de poesia forçada e a trama principal da guerra de nervos entre o ex-casal Kate Beckinsale e Sam Rockwell não funciona, mas a outra parte do filme passada entre adolescentes é uma maravilha (reforçando a impressão de que Green tende a se perder quanto mais seus personagens avançam na vida adulta). É um filme mais convencional que seus trabalhos anteriores, tentando adaptar as preferências de Green para uma adaptação literária de prestigio, mas que provavelmente não deve expandir muito o numero de fãs do cineasta.

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O Nevoeiro (Frank Darabont,08)

Um competente simulacro de filme de horror de uma outra era e provavelmente o melhor filme da carreira do Frank Darabont. As duas principais seqüências de horror do miolo do filme são excepcionais, ao mesmo tempo viscerais e muito efetivas ao costurar as idéias do filme na ação. O resto do filme fica bem aquém delas com a tendência a mão pesada de sempre. As cenas com a fanática interpretada pela Márcia Gay Harden são tão constrangedoras quanto qualquer momento de Cine Majestic. O final funciona na teoria.

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