Mostra

Por conta dos pedidos de amigos um post de recomendações da Mostra. Dividi-as desta vez em cinco listas. A primeira com os 10 filmes que acho todos deveriam ver na Mostra de qualquer jeito, a segunda é de outros que recomendo com mais força e a terceira tem outros filmes de interesse que dependem mais das preferências de cada um. Depois duas listas de brasileiros que equivalem às listas 2 e 3.

Alem disso a Mostra contém quatro retrospectivas. A do Andrei Tarkovski dispensa apresentações, o máximo que pode se dizer contra ela é que os filmes do Tarkovski reaparecem em película com mais frequência do que as retros habituais da Mostra. Não conheço Minoru Shibuya, mas amigos que conhecem mais a fundo cinema japonês recomendam. Há duas retrospectivas de cineastas contemporâneos, não tenho grande interesse na de Sergei Losnitza, mas para quem não conhece a de Miguel Gomes é im perdível, são só 3 longas e um programa de curtas, mas todos são muito recomendáveis (podferiam ter aproveitado e montado um segundo programa com outros curtas da O Som e A Fúria, qualquer desculpa para passar Repace é sempre justificável).

Entre as sessões de clássicos, destaque maior para a sessão em homenagem ao Carlão Reichenbach com o seu Alma Corsária em sessão dupla com um dos seus filmes favoritos Raros Sonhos  Flutuantes do Eizo Sugawa. Haverá ainda homenagens aos 50 anos da Positif (com exibição de Muriel e Os Deuses e os Mortos), Chris Marker (que também terá o seu ótimo documentário sobre Tarkovski exibido escondido num dos programas de docs sobre ele). Entre as cópias restauradas, se mencionará muito Era uma Vez no Oeste, Tubarão e Lawrence da Arabia, mas imperdível mesmo será o Coronel Blimp, da dupla Powell/Pressbuger, que é só o melhor filme da história do cinema inglês.

25/11 O DIA EM QUE MISHIMA ESCOLHEU O SEU DESTINO (11.25 JIKETSU NO HI: MISHIMA YUKIO TO WAKAMONO-TACHI), de Koji Wakamatsu (119′). JAPÃO
A BELA QUE DORME (BELLA ADDORMENTATA), de Marco Bellocchio (115′). FRANÇA, ITÁLIA.
APRÈS MAIS (APRÈS MAI), de Olivier Assayas (122′). FRANÇA.
BARBARA (BARBARA), de Christian Petzold (105′). ALEMANHA.
ESTUDANTE (STUDENT), de Darezhan Omirbayev (90′). CAZAQUISTÃO.
LA NOCHE DE ENFRENTE (LA NOCHE DE ENFRENTE), de Raúl Ruiz (110′). FRANÇA, CHILE.
O GEBO E A SOMBRA (O GEBO E A SOMBRA), de Manoel de Oliveira (91′). PORTUGAL.
OUTRAGE: BEYOND (AUTOREIJI: BIYONDO), de Takeshi Kitano (112′). JAPÃO.
TABU (TABU), de Miguel Gomes (119′). PORTUGAL, ALEMANHA, BRASIL, FRANÇA.
UM ALGUÉM APAIXONADO (LIKE SOMEONE IN LOVE), de Abbas Kiarostami (109′). FRANÇA, JAPÃO.

10+10 (10+10), de Vários (107′). TAIWAN.
A GLÓRIA DAS PROSTITUTAS (WHORE´S GLORY), de Michael Glawogger (110′). ALEMANHA, ÁUSTRIA.
ABENDLAND (ABENDLAND), de Nikolaus Geyrhalter (90′). ÁUSTRIA.
ALÉM DAS MONTANHAS (DUPA DEALURI), de Cristian Mungiu (155′). ROMÊNIA.
BALLET AQUATIQUE (BALLET AQUATIQUE), de Raúl Ruiz (50′). FRANÇA.
HANNAH ARENDT (HANNAH ARENDT), de Margarethe von Trotta (113′). ALEMANHA.
INGRID CAVEN, MÚSICA E VOZ (INGRID CAVEN, MUSIQUE ET VOIX), de Bertrand Bonello (95′). FRANÇA.
JOVENS DE PEQUIM (BEIJING FLICKLERS), de Yuan Zhang (96′). CHINA.
LINHAS DE WELLINGTON (LES LIGNES DE WELLINGTON), de Valeria Sarmiento (151′). FRANÇA, PORTUGAL.
LONGE DO AFEGANISTÃO (FAR FROM AFGHANISTAN), de John Gianvito, J. Jost, M. Martin,Soon-Mi YooT. Wilkerson (120′). ESTADOS UNIDOS.
MEMORIES LOOK AT ME (JI YI WANG ZHE WO), de Song Fang (91′). CHINA.
MYSTERY (MYSTERY), de Lou Ye (98′). CHINA, FRANÇA.
NA NEBLINA (V TUMANE), de Sergei Loznitsa (127′). ALEMANHA, RÚSSIA, LETÔNIA, HOLANDA , BIELORÚSSIA.
NO (NO), de Pablo Larraín (115′). CHILE, FRANÇA, ESTADOS UNIDOS.
O LAGO BALATON (NÉMET EGYSÉG@BALATONNÁL – MÉZFÖLD), de Péter Forgács (79′). HUNGRIA.
PARA ELLEN (FOR ELLEN), de So Yong KIM (94′). ESTADOS UNIDOS.
PERDER A RAZÃO (A PERDRE LA RAISON), de Joachim Lafosse (114′). BÉLGICA, LUXEMBURGO, FRANÇA, SUÍÇA.
POSTCARDS FROM THE ZOO (KEBUN BINATANG), de Edwin (95′). INDONÉSIA, ALEMANHA, HONG KONG.
REALITY (REALITY), de Matteo Garrone (115′). ITÁLIA, FRANÇA.
TIRO NA CABEÇA (HEADSHOT), de Pen-Ek Ratanaruang (105′). TAILÂNDIA, FRANÇA.

38 TESTEMUNHAS (38 TÉMOINS), de Lucas Belvaux (104′). FRANÇA.
A CAÇA (JAGTEN), de Thomas Vinterberg (115′). DINAMARCA.
A CASA (A CASA), de Júlio Alves (70′). PORTUGAL.
A CULPA DO CORDEIRO (LA CULPA DEL CORDERO), de Gabriel Drak (81′). URUGUAI.
A FEITICEIRA DA GUERRA (REBELLE), de Kim Nguyen (90′). CANADÁ.
A PARTE DOS ANJOS (THE ANGEL´S SHARE), de Ken Loach (101′). REINO UNIDO, FRANÇA, BÉLGICA, ITÁLIA.
ALPES (ALPEIS), de Yorgos Lanthimos (93′). GRÉCIA
ANTIVIRAL (ANTIVIRAL), de Brandon Cronenberg (110′). CANADÁ.
AQUI E ALI (AQUÍ Y ALLÁ), de Antonio Mendez Esparza (110′). ESPANHA, ESTADOS UNIDOS, MÉXICO.
BULLY (BULLY), de Lee Hirsch (99′). ESTADOS UNIDOS.
CANÇÃO PARA O MEU PAI (LULLABY TO MY FATHER), de Amos Gitai (82′). FRANÇA, SUÍÇA.
DEPOIS DA BATALHA (BAAD EL MAWKEAA / APRES LA BATAILLE), de Yousry Nasrallah (116′).
ENTRE O AMOR E A PAIXÃO (TAKE THIS WALTZ), de Sarah Polley (116′). CANADÁ, ESPANHA, JAPÃO.
ESTRADA DE PALHA (ESTRADA DE PALHA), de Rodrigo Areias (93′). PORTUGAL, FINLÂNDIA.
FELICIDADE (GLÜCK), de Doris Dörrie (112′). ALEMANHA.
FIM DE SEMANA EM CASA (WAS BLEIBT), de Hans-Christian Schmid (85′). ALEMANHA.
FOGO (FOGO), de Yulene Olaizola (61′). MÉXICO, CANADÁ.
IMPERDOÁVEL (IMPARDONNABLES), de André Téchiné (113′). FRANÇA.
INDIGNADOS (INDIGNADOS), de Tony Gatlif (88′). FRANÇA.
INVASION (INVASION), de Dito Tsindzadse (104′). ALEMANHA, ÁUSTRIA.
KEYHOLE (KEYHOLE), de Guy Maddin (93′). CANADÁ.
LA DEMORA (LA DEMORA), de Rodrigo Plá (84′). URUGUAI, MÉXICO, FRANÇA.
LA SIRGA (LA SIRGA), de William Vega (88′). COLÔMBIA, FRANÇA, MÉXICO.
LAURENCE ANYWAYS (LAURENCE ANYWAYS), de Xavier Dolan (159′). CANADÁ , FRANÇA.
MAR CALMO (LA MER A L´AUBE), de Volker Schlöndorff (90′). FRANÇA, ALEMANHA.
MELHOR NÃO FALAR DE CERTAS COISAS (MEJOR NO HABLAR DE CIERTAS COSAS), de Javier Andrade (100′). EQUADOR.
NA SUA AUSÊNCIA (J’ENRAGE DE SON ABSENCE), de Sandrine Bonnaire (98′). FRANÇA.
O AMANTE DA RAINHA (EN KONGELIG AFFÆRE), de Nikolaj Arcel (137′). DINAMARCA.
O CICLO (FULL CIRCLE), de Zhang Yang (104′). CHINA.
O SORRISO DO CHEFE (IL SORRISO DEL CAPO), de Marco Bechis (75′). ITÁLIA.
OS SELVAGENS (LOS SALVAJES), de Alejandro Fadel (119′). ARGENTINA.
POR ENQUANTO (MEANWHILE), de Hal Hartley (62′). ESTADOS UNIDOS.
PREENCHENDO O VAZIO (LEMALE ET HA’HALAL), de Rama Burshtein (87′). ISRAEL.
RENOIR (RENOIR), de Gilles Bourdos (101′). FRANÇA.
RIO (RIVER), de Ryuichi Hiroki (89′). JAPÃO.
SONHO E SILÊNCIO (SUEÑO Y SILENCIO), de Jaime Rosales (120′). ESPANHA, FRANÇA.
WALK AWAY RENÉE (WALK AWAY RENÉE), de Jonathan Caouette (90′). FRANÇA.

BOA SORTE, MEU AMOR (BOA SORTE, MEU AMOR), de Daniel Aragão (95′).
ELENA (ELENA), de Petra Costa (82′).
ERA UMA VEZ EU, VERÔNICA (ERA UMA VEZ EU, VERÔNICA), de Marcelo Gomes (91′).
JARDIM ATLÂNTICO (JARDIM ATLÂNTICO), de Jura Capela (90′).
JARDS (JARDS), de Eryk Rocha (93′).
LAURA (LAURA), de Fellipe Gamarano Barbosa (78′).
O QUE SE MOVE (O QUE SE MOVE), de Caetano Gotardo (97′).
O SOM AO REDOR (O SOM AO REDOR), de Kleber Mendonça Filho (131′).

A BUSCA, de Luciano Moura (96′).
A COLEÇÃO INVISÍVEL, de Bernard Attal (98′).
A FLORESTA DE JONATHAS, de Sergio Andrade (99′).
A MEMÓRIA QUE ME CONTAM, de Lúcia Murat (95′).
A ÚLTIMA ESTAÇÃO, de Marcio Curi (114′).
A ÚLTIMA PALAVRA É A PENÚLTIMA, de Evaldo Mocarzel (72′).
BALANÇA MAS NÃO CAI, de Leonardo Barcelos (77′).
CHAMADA A COBRAR, de Anna Muylaert (72′).
CINE HOLLIÚDY, de Halder Gomes (91′).
COLEGAS, de Marcelo Galvão (100′).
CORES, de Francisco Garcia (95′).
DORES DE AMORES, de Raphael Vieira (80′).
ESTADO DE EXCEÇÃO, de Juan Posada (75′).
EU NÃO FAÇO A MENOR IDEIA DO QUE EU TÔ FAZENDO COM A MINHA VIDA, de Matheus Souza (90′).
KÁTIA, de Karla Holanda (74′).
LACUNA, de André Lavaquial (73′).
NOITES DE REIS, de Vinicius Reis (93′).
NOVE CRÔNICAS PARA UM CORAÇÃO AOS BERROS, de Gustavo Galvão (93′)
O DIA QUE DUROU 21 ANOS, de Camilo Tavares (77′).
PAIXÃO E ACASO, de Domingos Oliveira (83′).
PRA LÁ DO MUNDO, de Roberto Studart (78′).
PRIMEIRO DIA DE UM ANO QUALQUER, de Domingos Oliveira (81′).
SINFONIA DE UM HOMEM SÓ, de Cristiano Burlan (93′).
SUPER NADA, de Rubens Rewald (94′).
UM FILME PARA DIRCEU, de Ana Johann (80′).
UMA HISTÓRIA DE AMOR E FÚRIA, de Luiz Bolognesi (75′).

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  1. E os comentários sobre os filmes do Festival do Rio?

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